A escola é um bem público, é de todo mundo. Todos têm que usar e têm que cuidar!

A escola é um bem público, é de todo mundo. Todos têm  que usar e têm que cuidar!colégio SantanaA escola é um bem público, é de todo mundo. Todos têm usar e têm que cuidar! Essa foi uma fala num capítulo de “Malhação” dita pela diretora de Escola Cora Coralina, que foi parcialmente destruída em uma tempestade. Eu não estudei na mesma escola pública (estadual) por todo ensino fundamental (em meu tempo era da 1° a 8° serie) porque mudei de cidade. Mas, mesmo quando minha família mudava de cidade eu sempre ia para escola pública. Tive sorte de conviver com professores exemplares que não só me deram um ensino de qualidade como também ajudaram a formatar meu caráter. “Minha” escola era de fato uma extensão de minha casa, a tratava assim. Fiz meu “1°Ano Fraco” (1970) com Dona Terezinha do Zezito. Meu “1° Ano Forte” (1971) com Dona Ester Bonfim e meu “2° Ano” com Melinha Pimentel nas Escolas Reunidas de Independência (hoje Maria Julia Fialho). Em São Rafael fiz o “3° Ano” (1973) com Finha. Fiz o “4° Ano” (1974) com Socorro Souza na Escola Estadual Tristão de Barros. Ainda existia o 5° Ano, mas eu fiz o Exame de Admissão (uma espécie de vestibular para entrar no ginásio). Portanto entrei no Ginásio em 1975 para fazer a 5a Série e foi no Ginásio Municipal Francisco de Assis de Souza ainda em São Rafael. Em 1976 quando retornei para Independência fiz a “6a, 7a e 8a Séries” no Ginásio Sant’Ana, nos anos 1976, 1977 e 1978. Em 1979 entrei para o cast do Centro Educacional de Independência (CNEC) e fiz o Ensino Básico. Em 1980 ainda na CNEC, já Centro Educacional Padre Elício Mota, fiz o 2° Ano de Contabilidade. E finalmente em 1981 parti para Fortaleza para o Centro Educacional Júlia Jorge para fazer o 3° Ano de Contabilidade. Na realidade, existiram (e existem) muitos professores e diretores relapsos, mas eu não tenho o que reclamar da “frota de professores” pelos quais eu passei. Todos foram unânimes! Não poderia esquecer: Cida, Dona Hozanira Macedo, Dona Maria do Carmo Pimentel, Maria Alice Teixeira, Cacilda Sales, Mazé Loureiro, Dona Genílson, Dona Teresita Barroso, Maria Holanda, Paulo César Loureiro, Stael Coutinho, Fernando Morais, Dona Altair, José Stalin e tantos outros. E o ano mais marcante de toda minha vida escolar foi a minha 8a Série, ano em que fui concludente (em São Rafael dize-se concluinte). Foi nesse momento, em 1978, que eu desabrochei para um novo mundo.

Artigo e foto do Facebook de Enock Fonseca

Postado por Marcela Torres

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